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domingo 26 abril 2026
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Literatura em gotas -Thomas Hardy

Thomas Hardy nasceu em 1840 em Upper Bockhampton, Dorset, Inglaterra. Foi novelista, contista e poeta inglês. Suas obras se tornaram clássicos da literatura inglesa.
Traçou perfis psicológicos antitéticos. Tem um estilo prosaico e objetivo de linguagem. Sua temática é voltada para a velhice, o amor e a morte. É considerado o último dos grandes vitorianos.
Diplomado em arquitetura, transfere-se para Londres em 1862 para exercer a profissão, mas logo a abandona para dedicar-se em tempo integral à literatura.
Em 1874, casa-se com Emma Gifford e muda-se para a casa de campo Max Gate, nos arredores de Dorchester, onde permanece até o fim da vida.
Viúvo a partir de 1912, dois anos mais tarde casa-se com Florennce Dugdale, que será sua biógrafa. Morre em Max Gate em 1928 e é sepultado em Londres , na Abadia de Westminster.
Entre os escritores ingleses do final do século XIX, Thomas Hardy é certamente o mais influenciado pela filosofia pessimista alemã da primeira metade do século, de Schpenhauer e Stirner: sistemas de pensamento que viam o mundo como embate de forças cegas e indefiníveis, sem nenhuma luz de racionalidade ou de progresso.
Os personagens de Hardy aparecem pressionados por forças esmagadoras, que às vezes se manifestam como as próprias paixões.
Se nos primeiros romances, como Sob a Árvore Verdejante (1872) e Longe da Multidão ( 1874), a visão de mundo do escritor expressa-se sobretudo por meio de uma ironia aguda que mesmo assim deixa aberta a possibilidade de um final feliz, mais tarde essa visão fica obscurecida.
Escreveu vários livros tais como O prefeito de Casterbridge (1886), Tess dos d’Urbervilles (1891), Judas, o obscuro (1896). Uma mulher imaginativa (1893), Remédios desesperados (1871), Sob a árvore verdejante (1872), Longe da multidão Estulta (1874), A volta do nativo (1878).

Prof. José Pereira da Silva