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sexta-feira 20 outubro 2017
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Greve Geral prevista para hoje no Brasil

São Paulo 18/05/2017 Manifestação contra o Presidente Temer na Avenida Paulista. Foto Paulo Pinto/AGPT

A greve desta sexta-feira, dia 30, que está mobilizando milhares de trabalhadores em todo o Brasil, na opinião do presidente da CUT Vagner Freitas, vai denunciar mais uma vez os riscos que a aprovação das reformas de Temer representa para a classe trabalhadora e para o País.
“Não vai ter geração de emprego, vai ter bico institucionalizado. Vai ser o fim do emprego formal, que garante direitos conquistados, como férias e 13º”.
E a aprovação na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado, na noite de quarta-feira, dia 28, do parecer favorável a reforma Trabalhista que promoverá um retrocesso de mais de 80 anos na legislação Trabalhista brasileira, vai mobilizar ainda mais categorias.
Para Vagner, “a única saída para impedir que o plenário do Senado aprove a reforma é parar o Brasil, ocupar as ruas e o Congresso Nacional. A classe trabalhadora corre o risco de ser submetida a condições de trabalho semelhantes a que tínhamos na época da escravidão”.
“É inadmissível um presidente querer se manter no poder aprovando a pauta patronal de retirada de direitos sociais, trabalhistas e previdenciários. Mais grave ainda é que esse presidente não tem legitimidade nem moral e é o primeiro da história do Brasil a ser oficialmente denunciado por corrupção”.
Os sindicatos filiados à CUT fizeram centenas de assembleias e a greve do dia 30 foi aprovada por unanimidade.