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segunda-feira 23 outubro 2017
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Brasil já registrou 143 mil novos aprendizes em 2017

Setores que mais contrataram foram indústria de transformação, comércio e reparação de veículos, serviços sociais e saúde
Entre janeiro e abril de 2017, foram registrados mais de 143,3 mil novos contratos de aprendizagem em todo o Brasil. Desse total, cerca de 37,62 mil ocorreram só no estado de São Paulo, campeão de contratações. Em seguida, aparecem Minas Gerais (17,7 mil), Rio Grande do Sul (12,2 mil), Santa Catarina (12,1 mil) e Rio de Janeiro (10,3 mil).
De acordo com levantamento do Ministério do Trabalho, os setores que mais contrataram foram a indústria de transformação, comércio e reparação de veículos, serviços sociais e de saúde. Juntas, essas quatro áreas responderam por 103,5 mil contratações, mais de 72% do total.
“Essas contratações ajudam a aumentar a inclusão social, por meio do primeiro emprego para os mais jovens e da contribuição para a formação dos futuros profissionais do País”, afirmou o ministro do Trabalho, Ronaldo Nogueira.
A indústria de transformação foi responsável por 43,7 mil contratos, enquanto o setor de comércio e reparação de veículos automotores e motocicletas, por 32,5 mil. O setor de saúde humana e serviços sociais empregou 15,54 mil aprendizes e outras atividades de serviços, com 11,6 mil jovens aprendizes.
Dados divulgados pelo Projeto de Inserção de Aprendizes no Mercado de Trabalho revelam que houve redução em relação às contratações de aprendizes no mesmo período do ano passado, de 145 mil.
No entanto, a auditora fiscal Taís Arruti Lyrio Lisboa, responsável nacional pelo projeto, explica que a tendência é de crescimento no restante do ano, já que a economia do País está dando sinais de recuperação e os auditores fiscais do trabalho vêm atuando diariamente para expansão desses números.
Alguns setores apontam para essa tendência, com aumento na contratação de aprendizes, na comparação com janeiro a abril de 2016. É o caso da indústria de transformação; saúde humana e serviços sociais; transporte, armazenagem e correio; atividades administrativas e serviços complementares; alojamento e alimentação; agricultura, pecuária, produção florestal, pesca e aquicultura; água, esgoto, gestão de resíduos e descontaminação; eletricidade e gás.