Durante o treino, seu músculo libera centenas de moléculas sinalizadoras (as miocinas0 que viajam pela corrente sanguínea e alcançam o cérebro, o fígado , o tecido adiposo e os vasos sanguíneos.
Elas reduzem inflamação, mobilizam energia, protegem neurônios , melhoram a sensibilidade à insulina e favorecem a regeneração muscular. O músculo funciona, literalmente, como uma farmácia.
As moléculas liberadas durante o exercício físico favorece o bronzeamento da gordura e acelera o metabolismo. A folistatina bloqueia a miostatina para que o músculo possa crescer. A mionectina reduz a gordura e melhora a sensibilidade à insulina. O IL-6 acalma a inflamação e mobiliza energia.
A resposta do cérebro gera neuroplasticidade, mantém os neurônios vivos, adaptáveis e capazes de novas conexões. O exercício aumenta a plasticidade, melhora a memória, gera um humor mais estável.
É uma das razões pelas quais o exercício rivaliza com antidepressivos na depressão leve a moderada e está associado a um menor risco de Alzheimer.
Ajuda na regeneração e adaptação muscular. A gordura, mitocôndrias e músculos se adaptam juntos. O exercício reprograma o sistema imunológico. O metabolismo se reinicia e a circulação melhora. O exercício reduz drasticamente o risco cardiovascular.
Durante os exercícios o músculo libera uma combinação de moléculas anti-inflamatórias, reguladores neurotróficos que ajudam a proteger o cérebro, favorecer a regeneração celular e retardar o envelhecimento biológico.
Cada exercício estimula a produção de substâncias que promovem saúde, longevidade e proteção para todo o organismo.
Prof. José Pereira da Silva














