Segundo o Sincovat, vendas devem crescer 4% no mês em comparação com o mesmo período de 2025
Junho chegou e, com ele, uma grande expectativa de melhora nas vendas do comércio da RM Vale. O mês que marca a chegada do inverno, no dia 21, deve registrar quedas bruscas nas temperaturas, provocadas por duas frentes frias que vão atingir o Estado de São Paulo.
De acordo com o Sincovat (Sindicato do Comércio Varejista de Taubaté e Região), os dias mais frios aquecem as vendas, principalmente nos setores de roupas e calçados, cobertores, edredons, acessórios, supermercados e bebidas.
Além disso, as tradicionais festas juninas ajudam a movimentar o varejo. Mas, neste ano, Santo Antônio, São João e São Pedro terão que dividir espaço com outra paixão nacional: os jogos da Seleção Brasileira coincidem justamente com as datas das celebrações. A estreia da Seleção na Copa do Mundo será no sábado, 13 de junho, Dia de Santo Antônio. O terceiro jogo, marcado para o dia 24, será realizado no Dia de São João.
Ainda há a possibilidade de, caso o Brasil se classifique, disputar a segunda fase no dia 29, Dia de São Pedro.
No entanto, antes de vestir o chapéu de palha e a camisa xadrez verde e amarela, teremos o Dia dos Namorados, uma data importante para o comércio, quando os apaixonados movimentam diversos setores da economia.
“O frio é sempre bom para o comércio. As pessoas procuram se aquecer e as mercadorias têm um valor agregado maior, o que movimenta principalmente o setor de roupas e calçados. Já com relação ao Dia dos Namorados, dificilmente uma pessoa deixa seu parceiro ou sua parceira sem um presente. E ainda teremos a estreia do Brasil na Copa, além de um mês inteiro de festas juninas.
O comerciante tem muito a explorar nessas datas”, explica Dan Guinsburg, presidente do Sincovat e vice-presidente da FecomercioSP.
De acordo com a entidade, as vendas devem crescer 4% em junho deste ano em relação ao mesmo mês de 2025. “O crescimento projetado pode parecer modesto, mas sinaliza a resiliência do varejo em um ambiente econômico mais desafiador, marcado por juros elevados, inflação em patamar desconfortável, famílias endividadas e atividade econômica em desaceleração”, explica Dan.
Se as estimativas se confirmarem, o faturamento de R$ 6,4 bilhões será o maior para um mês de junho desde o início da série histórica, em 2008.














