Durante uma simples caminhada transformações neurobiológicas ocorrem através de mecanismos do sistema nervoso. Caminhar reorganiza estruturalmente o cérebro.
Em pessoas com depressão, ansiedade, falta de foco a caminhada tem efeitos benéficos tais como: aumenta da criatividade, fortalecimento da memória, reduz a depressão e ansiedade, favorece a longevidade.
O fluxo sanguíneo cerebral se reorganiza durante a caminhada o que favorece o surgimento de ideias novas. Pesquisas mostram que uma caminhada de 40 minutos, três vezes por semana, aumentou o volume do hipocampo em 2% em um ano. Sabemos que o hipocampo é uma estrutura fundamental para memória, aprendizagem e regulação emocional.
A caminhada frequente inverte o envelhecimento cerebral estrutural ajudando a prevenir o declínio cognitivo.
A medicina mostra que após os 50 anos , o hipocampo perde de 1 a 2% de volume anualmente por envelhecimento normal. A caminhada regular inverte essa tendência. O corpo exercitado tem a capacidade de reorganizar as estruturas cerebrais em resposta ao movimento regular.
As caminhadas na natureza tem o efeito de reduzir a atividade córtex pré-frontal subgenual, a região mais associada à depressão e ruminação. A luz natural o verde e os sons do ambiente natural funcionam como inputs neurobiológicos adicionais.
A caminhada regular reduz o risco de mortalidade geral em 15%. Os especialistas dizem que caminhas sete mil passos diariamente reduzem a mortalidade por todas as causas.
Prof. José Pereira da Silva














