• Raul Teixeira – Niterói/RJ
Como deve agir o espírita diante das solicitações de esmola, nas ruas, particularmente por parte de crianças?
Sempre cri que bom-senso e água fluidificada não fazem mal a ninguém. Cabe sempre uma visão mais global sobre o momento do pedido. Muitas vezes pode-se levar a criança a comer ou beber algo, pois ela não precisa de dinheiro. Quando pede dinheiro, está atendendo à determinação de algum adulto que a explora, seja pela necessidade desatendida, seja pelo vício.
Importantíssimo seria que a sociedade da qual fazemos parte conseguisse mobilizar-se e cobrar das autoridades político-administrativas as providências para o caos que testemunhamos na cidade, diariamente. Assim, seria sempre mais significativa a contribuição para com as instituições sociais que se incumbem de cuidar dessas crianças que vivem quase sempre em situação de grandes riscos.
Nota: Do livro Quando a vida responde – Diversos Espíritos – Editora Fráter














