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sábado 19 agosto 2017
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Santo Verbo – Majestoso Aqueduto das Águas Livres

Paisagem de grandiosidade urbana portuguesa. Em Lisboa, essa edificação de engenharia hidráulica foi construída, por ordem régia de D. João V, entre os anos de 1731 e 1799, resistiu ao terremoto de 1755.
O Vale de Alcântara é, também, conhecido como Vale das Águas Livres, por nele transpor o Aqueduto das Águas Livres. O mesmo Aqueduto, em um amplo sistema de captação e deslocamento de água, por modo gravitacional, abastecia a capital do país.
A realização do Aqueduto das Águas Livres contou com recurso de água das nascentes da bacia hidrográfica da região de Sintra.
Por toda a Europa medieval, romanizada, existem indícios de grandes obras. Em Portugal, de norte a sul, há registro de pelo menos 22 aquedutos. Daí a explicação de ser conhecido como “o país dos aquedutos”.
Monumento Nacional, desde 1910, o Aqueduto das Águas Livres é uma das atrações turísticas, em Lisboa, aberta ao público, de março a novembro. De, lá, do alto, com passeio a pé pela travessia do Vale de Alcântara, se tem uma panorâmica da capital lusitana.
A deslumbrante arcaria do Vale de Alcântara, em estilos dominantes, barroco e neoclássico, possui extensão de 941 metros, composta de 35 arcos, dentre eles, o maior arco ogival, de pedra, do mundo, com 65 metros de altura e 28 metros de largura.
Estrutura composta de vários setores secundários que se destinam ao transporte de água oriunda de 60 nascentes, cinco galerias de abastecimento para uma média de 30 chafarizes da capital.
O Museu da Água dispõe de visitação guiada à arcaria do Vale de Alcântara.

 

Por Tibério de Sá Leitão