Paratletas André Rocha e Alessandro da Silva já estão na Índia com a delegação brasileira. Mundial começa no próximo sábado e vai até dia 5 de outubro
Os paratletas André Rocha, 48, e Alessandro da Silva, 39, da equipe Paralímpica da Prefeitura de Taubaté, viajaram no último fim de semana com a delegação brasileira para a Índia, onde a partir deste sábado, 27, até o dia 5 de outubro, será disputado o Campeonato Mundial de Paratletismo.
A agenda dos taubateanos já é conhecida e começa no dia 29 de setembro, segunda-feira. André Rocha disputa a final do Lançamento do Disco F52 às 8h35 (horário de Brasília).
No dia seguinte, 30 de setembro, terça-feira, Alessandro da Silva disputa a final do Arremesso de Peso F11, para deficientes visuais. A prova acontece às 9h (horário de Brasília).
Alessandro volta a competir no dia 03 de outubro, sexta-feira, à 01h30 da madrugada (horário de Brasília), na final do Lançamento do Disco F11.
Vale lembrar que Nova Deli, onde acontecerá o Campeonato Mundial de Paratletismo, está 08h30 à frente em relação ao horário de Brasília.
Histórico dos taubateanos
André Rocha vai para a sua quarta disputa de um Campeonato Mundial. Aos 48 anos, o experiente lançador chega como atual Campeão Mundial no Lançamento do Disco na classe F52, com Ouro conquistado em Kobe, no Japão, em 2024. Ele tem ainda um Bronze na edição do Mundial de Paris 2023, e um Ouro em Londres 2017.
Alessandro da Silva disputará seu quinto Mundial, tendo uma vasta coleção de conquistas. “Gigante” é tricampeão mundial do Lançamento do Disco na classe F11, para deficientes visuais. As conquistas vieram em Londres 2017, Dubai 2019 e Paris 2023.
O taubateano tem ainda duas medalhas no Arremesso de Peso, sendo um Bronze em Dubai, e uma Prata em Paris. Ele não disputou o Mundial de Kobe em 2024.
Na Índia, a Seleção Brasileira de atletismo contará com uma delegação de 50 paratletas e 9 atletas-guia na competição que, pela primeira vez, será realizada no país asiático.
Na última edição do Campeonato Mundial, realizada em Kobe, no Japão, em 2024, O Brasil terminou na segunda posição do quadro geral de medalhas, atrás somente da China. Foram 42 pódios no total, sendo 19 medalhas de ouro, 12 de prata e 11 de bronze.
Ao todo, o Brasil já conquistou 307 medalhas na história dos Mundiais de atletismo – sem considerar a participação do país na edição de Birmingham 1998 por falta de dados do Comitê Paralímpico Internacional (IPC, em inglês). Foram 108 ouros, 93 pratas e 108 bronzes.






















