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segunda-feira 20 novembro 2017
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Metais pesados encontrados em peixes prejudicam a saúde e dificultam absorção de ômega 3

São variados os benefícios dos ômega 3 por meio da alimentação, porém, a presença de metais nos peixes faz com que o consumo em excesso desse alimento não seja recomendado. Neste caso, a suplementação ajuda a atingir a quantidade diária ideal para reequilibrar a relação ômega 6/ ômega 3.
Os ômega 3 são ácidos graxos poli-insaturados, é de extrema importância para nossa saúde, trazendo inúmeros benefícios para o coração e para o cérebro. A maneira mais simples de ingerir essa substância é consumindo peixes. Porém não é raro os peixes estarem contaminados de metais pesados como mercúrio, bismuto, bário, chumbo, cádmio, entre outros.
Segundo a OMS (Organização Mundial da Saúde), os limites seguros aceitos para a contaminação de peixes com mercúrio (na forma de metilmercurio) é de 0,5ppm e para o chumbo é de 0,3 ppm. Essa estimativa é feita com base na ingestão de até 400 gramas de peixe por semana por um adulto que pese cerca de 60 kg. Qualquer consumo acima dessa marca é prejudicial, trazendo possíveis danos aos sistemas respiratório, cardiovascular e nervoso.
Dessa forma, é arriscado recomendar, por exemplo, o consumo diário de peixes. Os peixes mais afetados pelos metais pesados são justamente aqueles que mais agradam o paladar brasileiro, como salmão, namorado, pescada, atum, cação e sardinha. “É importante que levemos em consideração que os peixes tendem a acumular poluentes como os metais pesados. O consumo em elevada quantidade de peixes pode ser prejudicial, especialmente para crianças em desenvolvimento e gestantes, dado o risco de contaminação com chumbo e mercúrio, que nestes casos pode atingir doses perigosas. Vemos aí mais uma vantagem da suplementação com ômega 3 altamente purificado”, explica Dra. Maria Inês Harris, Consultora Científica da Biobalance.
Essa suplementação pode ser feita com cápsulas, porém é preciso cuidado na hora de escolher o suplemento – muitos contém menos ômega 3 que o recomendado, pois não são concentrados. Também é importante ter certeza de que o ômega 3 também não está contaminado com metais pesados.
O ômega 3 ideal é aquele que tem apenas ácidos graxos Ômega 3 de cadeia longa, como OmegaPURE, que contém 90% de ácido docosahexaenóico DHA e de ácido eicosapentaenóico EPA. Com exclusiva tecnologia patenteada, suas cápsulas são concentradas em EPA e DHA e altamente purificadas, sendo livres de colesterol, metais pesados ou contaminantes. Além disso, suas cápsulas são gastrorresistentes, eliminando aquele gosto de peixe na boca após a ingestão. “OmegaPURE não se degrada no estômago e precisa das pancreases no intestino para se degradar e liberar ômega-3, exatamente onde é absorvido. Por isso, há melhor aproveitamento do nutriente pelo organismo”, afirma a Dra. Harris.
A ingestão diária ideal de ômega 3 traz comprovadamente diversos benefícios ao organismo, desde a promoção da boa saúde do coração e do cérebro, redução no nível de triglicérides, do estresse oxidativo e da aterosclerose, ação anti-inflamatória e antidepressiva, além de atenuar os sintomas da síndrome do olho seco e na prevenção das crises de psoríase.